sexta-feira, 26 de junho de 2009

Salva pelo estômago

Fotos reproduzidas do sítio da BBC Brasil.

Tem coisa que só acontecendo para vislumbrarmos a possibilidade de ocorrência.


Na Austrália, uma cobra píton se alimentou de um pequeno marsupial chamado woylie, cuja espécie está ameaçada de extinção e é monitorada pelo Departmento de Conservação e Meio Ambiente (DEC, na sigla em inglês). Acontece que o indivíduo predado possuia um radiotransmissor instalado por ecólogos que estudam a população de woylies selvagens, e o aparelho foi engolido junto. A cobra, depois de descobrirem que ela havia comido o marsupial, foi levada ao DEC numa tentativa de recuperar o transmissor (ofídeos costumam regurgitar uma bola contendo os ossos, pelos e unhas de suas presas depois de digeri-las, o aparelho virá junto).

O curioso da história foi que o acaso fez com que o departamento seja invadido e roubado. Entre algums objetos valiosos furtados, os assaltantes resolveram levar a cobra de quase 2 m, sem saber que ela poderia ser rastreada. Com isso ficou fácil para os pesquisadores, que localizaram a cobra a 2 km do local do crime, dentro de um aquário, na casa de um suspeito de receptar material roubado. O suspeito foi preso e a cobra voltou ao DEC, onde ficará até o radiotransmissor ser recuperado. Depois ela será solta no seu habitat natural.

Já houvi falar de morrer pela boca, mas nunca ser salvo pelo estômago...

Veja matéria completa aqui, no sítio da BBC Brasil.

4 comentários:

Millena Lízia disse...

Noosssa, q louca essa história, hein? Vem ca - a conservação de q valia mais, do woylie ou do transmissor?rs. Esse equipamento deve valer uma baba..

Yuri Amaral disse...

Deve ser caro, mas não pro governo Australiano...

Fabrício disse...

Pooorra meu!!! Essa foi foda! Agora já ouví falar que uma vez um mico que estava sendo monitorado por pesquisadores da UENF foi engolido por uma cobra e a cobra foi encontrada graças ao transmissor!!:o

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Yuri Amaral disse...

Pô, então não é tão raro assim de acontecer de um animal monitorado ser predado... dizem que não, mas será que o aparelho torna o animal mais vulnerável?